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sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

Wonder Woman 1984 (2020)

Wonder Woman 1984 (2020)

Chegou finalmente aos cinemas o novo filme da Mulher Maravilha, e este é um daqueles exemplos perfeitos que explica um pouco o porquê de eu não conseguir classificar os filmes nas escritas que faço! 

No geral acho-o muito bom na linha do primeiro filme, mas também têm algumas coisas que não gostei nada e em que se fica com aquela sensação do porquê de terem incluindo ou feito isto ou aquilo naquela determinada cena.

Já se suspeitava que com o regresso do Chris Pine a história, o argumento do filme podia roçar a patetice total e é isso mesmo que acontece!! Todo o grupo "familiar" esta de regresso com a jovem Diana, a Connie e a Robin na cena de abertura e que não é por acaso que esta espectacular ao som de Hans Zimmer e que serve para dar o mote para o que se vai passar na década de 80. 

domingo, 20 de setembro de 2020

The Devil All the Time (2020)


The Devil all the Time (2020)

Com um super-elenco "The Devil all the Time" é um filme passado nos finais dos anos 60 em que às historias das personagens cruzam-se entre si e em que tudo acaba sempre da mesma forma, numa tragédia.

Tom Holland é a personagem principal, embora só apareça com a historia já bem avançada e todas as personagens... todo o super-elenco aparecem em papeis mais secundários mas havendo tempo para conhecermos cada um deles o que é espantoso num filme com pouco mais de 2 horas.

Sem spoilers até porque o titulo do filme não engana isto é uma historia bem trágica e talvez por isso é um filme que fica connosco logo depois dos créditos havendo mérito em como o consegue.

Muito bem narrado durante muitos dos minutos do filme, às personagens e os atores estão perfeitos em cada uma delas, assim como a fotografia e o ambiente da época estão TOP.

Pode ser visto como uma critica à religião e a sua necessidade nos seres humanos e aqui existe um tom forte que não agradará a toda a gente. 

Mas como é uma historia bem contada e narrada, a linha temporal salta para a frente e para trás varias vezes sem confusões e isto é algo que a direção do filme também conseguiu fazer muito bem feito. Sem ser um grande, grande filme, "The Devil All the Time" é um filme que recomendo a verem sem qualquer tipo de hesitações para mais porque consegue deixar no ar aquela conversa sobre o que acabamos de ver...


quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Train to Busan 2 (2020)


O cinema Coreano é muito reconhecido principalmente agora depois do Parasite ter feito o sucesso que fez o ano passado. Mas antes do Parasite já existiam outros filmes de renome como o Oldboy ou como a surpresa de 2016 que foi Train to Busan e muitos outros que fazem parte da minha lista dos melhores.

Para quem viu original de 2016, este Train to Busan 2 ou Peninsula como também é conhecido estaria certamente dentro dos filmes mais aguardados deste ano. Aqui no blogue não era excepção, eu já o vi e até condiz com este "horrível" ano de 2020! Poucas são às vezes que comento no blogue algo que me desagrada ou que é rapidamente esquecível como esta sequela. 

Este é um desses casos numa sequela que traz uma historia nova com caminhos diferentes, a mesma realização e caras novas na frente do elenco. Mas tudo falha parecendo que desde 2016 os argumentistas têm andado a ver o Walking Dead. E até bate certo porque foi a partir dessa data que não à pachorra que aguente a "porra" dos Zombies na TV.

Desmiolado do principio ao fim, homens brincando aos zombies, adolescentes fãs da família Diesel do Fast and Furious. CGI  por todo o lado e feito por amadores com processadores do inicio do século e foi o que deu. O final então é de bradar aos céus, tipo novela mexicana dobrada em Brasileiro que dura e dura e que nós entrega aquela sensação de duas horas de tempo perdido por completo. 

Uma palhaçada completa que chega a manchar o nome do original. Por isso o melhor mesmo é chamar a este de Península porque é um filme totalmente diferente. Estou francamente desiludido.

segunda-feira, 13 de julho de 2020

The Old Guard (2020)

E este verão com o adiamento de filmes de super-heróis das salas de cinema, é a vez da Netflix de corrigir isso em boa hora é verdade com este The Old Guard!

Baseado numa recente novela gráfica, The Old Guard gira em torno de um grupo de imortais guerreiros liderados por Andy ou Charlize Theron que é aqui uma autentica Atomic Brunette. E é precisamente Charlize com a sua presença que temos o melhor do filme não só em termos interpretativos mas em tudo o resto.

A historia acontece nos tempos actuais quando este grupo de imortais são descobertos por uma empresa farmacêutica que quer replicar claro o seu segredo da imortalidade. E tudo isto acontece quando o grupo até aqui de quatro elementos descobre que existe um novo imortal para se juntar a eles.

Há que dizer que às cenas de pancadaria principalmente com Andy, estão muito boas e são daquelas em que percebemos bem o que acontece. Depois é dado também algum tempo para às cinco personagens e estas desenvolvem-se dramaticamente de um modo que não vimos pelo menos nos filmes da Marvel. E isto é tudo o que The Old Guard têm de bom!

Menos bom, são os efeitos especiais aplicados nos imortais quando estes estão feridos e parecem sair de um filmezeco de serie B. Depois a musica é muito diferente do que poderia esperar. E isto até poderia ser bom mas a verdade é que nos meus ouvidos temas ao piano não encaixaram como deviam nas cenas. 

Resumindo é um filme de ação que vale pela protagonista e que entretém... mas que não faz esquecer de forma alguma o já clássico Extraction.

quarta-feira, 17 de junho de 2020

The Last Days of American Crime (2020)


Ver filmes por ter ouvido falar deles aqui ou acolá, já vi bastantes como toda a gente. No entanto "caçar" um filme por ele ser barbaramente criticado por meio mundo a dizer que querem o tempo gasto de volta não me lembro de ter acontecido como neste The Last Days of American Crime produzido pela Netflix.

Realmente é um proeza conseguir 0% no RottenTomatoes e até acho que existem mais filmes com 100% do que o contrario. Antes de avançar com algumas linhas sobre a obra vou arranjar aqui tipo uma desculpa a dizer que não sou do "contra" pois vou-me colocar quase na outra extremidade e dizer que este filme não é assim tão mau como o pintam!!

Obviamente o argumento é mergulhado numa distopia incoenrente de brandar os céus. Como poderia haver um sinal sonoro que bloquearia na hora a mente de qualquer assaltante ou qualquer pessoa no ato de um crime ou na pratica de algo ilegal ?  Mas há muitos filmes de ficção cientifica que não se explicam este não é o primeiro e não será o ultimo.

quarta-feira, 10 de junho de 2020

Passengers (2016)


Há poucos dias tive oportunidade de rever "Passengers" agora na TV. Esta segunda visualização confirmou-se que não passa de um filme com uma grande ideia por detrás mas que acaba sabendo a muito pouco.

Na altura e parece que 2016 já foi a muito tempo, era um dos filmes mais esperados da temporada. Ficção cientifica, um par de atores no top das respectivas carreiras, um trailer espectacular visualmente, uma estupenda banda sonora e a terminar ainda melhor com a frase "Há uma razão para nós acordarmos mais cedo". Tudo isto foi logo suficiente para deixar um nerd como eu de rastos a tentar prever o "twist" que afinal nunca existiu.

A serio eu gosto deste filme e do género "Quem levarias para uma ilha deserta para viveres o resto da tua vida?" Claro que o Pratt escolheu a Jennifer que é aqui tipo uma princesa Aurora e com isto já estraguei o filme a quem ainda não o viu.

Cientificamente este filme e tão ilógico quanto a nave em que os passageiros viajam. Certo que visualmente a nave está um show principalmente nos interiores mas tudo o resto não precisamos aqui do Neil deGrasse Tyson para nós explicar algumas coisas menos lógicas que vemos com frequência no filme.

Ainda assim este é daqueles filme em que não aplico a frase "a montanha pariu um rato" mas que com tudo para se tornar um clássico não passa de um filme mediano.

domingo, 26 de abril de 2020

Extraction (2020)

Extraction (2020)

Já tive oportunidade de ver o novo filme de ação da Netflix com o Thor Hemsworth e o resultado é bastante satisfatório.

Extraction é um filme violento como o The Raid e com algumas cenas de ação feitas ao estilo de John Wick com headshots e tiroteios corpo a corpo. Já a "plot" é saída dos anos 80 e 90 sobre um mercenário Tyler (Hemsworth) pago para resgatar um filho de um barão da droga na Índia de outro rival.

Sem clichés, ou melhor é verdade que desde o inicio sabemos que Tyler têm um passado trágico com crianças e essa será uma das explicações para o desenvolvimento deste Extraction em que Tyler fará de tudo para salvar o rapaz.

Com muitas cenas de ação, uma delas com 11 minutos duração em estilo "fake" de "one shoot scene" a terminar num mano a mano é um dos pontos altos deste filme e que só por si merece ser visto. Não me "choca" a violência neste tipo de filmes, e por exemplo o The Night Came for Us também da Netflix é muito mais violento que este ainda que às vezes não consigamos justificar isso nos filmes.

Não existe muito espaço para o resto do elenco, mesmo para o rapaz que pouco ficamos a saber dele. ou da bonita actriz iraniana Golshifteh Farahani que participa num papel secundário também importante no desfecho do filme. Alias este filme termina "estupidamente bem" a fazer-nos repensar o seu significado.

Esta aprovado este estilo de filmes na Netflix, só falta chegarem em maior quantidade. Chris Hemsworth esta muito bem neste. A sensação é daquelas em que acabei de alugar um dos tops do videoclube dos anos 80/90 que entretém a valer...


terça-feira, 7 de abril de 2020

Birds of Prey (2020)


Confesso que antes de escrever esta mini-review tive que consultar o imdb para saber há data qual é o nome deste filme. Se antes já não era fácil fixar em Português o nome do filme, que dizer quando a produtora decidiu mudar depois da estreia ... ou da má estreia nas bilheteiras.

Quanto ao filme em si não estava nada a espera da boa surpresa que foi. E de uma forma positiva embora considere que tenha duas partes um pouco distintas...

A primeira parte é fantabulástica por assim dizer e têm tudo o que gostei no filme. Os visuais muito coloridos e sem nada a esconder, às personagens e a cuidada banda sonora. A historia que se desenvolve por partes entre o presente e o passado tudo com narração que é Top! A própria ação e a coreografia nas cenas de luta corpo a corpo achei estupenda em determinados momentos. O humor bem metido e depois a Margot Robbie que além de vistosa mostra que têm talento que chega e sobra para a personagem. Isto num papel que até não é tão fácil de interpretar como por exemplo o da Mulher Maravilha pela Gal Gadot. Não sei... mas se a Gal Gadot venceria o prémio de melhor casting de sempre, a Margot seria a vencida da final. Enfim duas deusas na DC ;)

Já a segunda parte ou melhor mais o final acaba por não ter aquele desfecho empolgante ou coisa de super-herói sem puderes... E o vilão composto pelo MacGregor nunca chega assustar, embora o ator tenha mérito interpretativo a historia é que não deu para mais.

Não é fácil dizer isto mas depois daqueles três filmes inicias do Snyder... a DC esta agora num caminho muito mais seguro.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Arctic (2019)


Há filmes que acabamos por começar a ver sem esperarmos grande coisa mas que de uma forma surpreendente acabamos agarrados aos mesmos. É isto que se passa um pouco com este "Arctic" que nos leva numa aventura natural do homem contra a mãe natureza e num suspense de sobrevivência que nos deixa completamente satisfeitos quando chegam os créditos finais.

Não é o primeiro filme do género e certamente não vai ser o ultimo, mas Arctic têm algumas coisas que o tornam quase único... ou pelo menos não me lembro de nenhum filme que tenha tudo isto: Praticamente só existe uma personagem, essa personagem não têm muito mais do que uma dezena de frases, não sabemos e não ficamos a saber nada sobre ele e melhor, nem sabemos se sobreviveu! Só acaba por ser igual no ponto em que também têm um urso ;)

Mads Mikkelsen têm um papel de carreira num filme de orçamento "minúsculo" rodado na Islândia. Que pena tenho eu de não ter apanhado isto no grande ecrã com uma sala completamente vazia sem pipocas e só para mim.... Que filmaço!!



quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Doctor Sleep (2019)


The Shining é um filme muito marcante de Stanley Kubrick e recebeu em 2019 uma continuação com este Doctor Sleep.
Avançando já digo que gostei bastante do filme e considero-o uma excelente continuação ainda que seja um pouco de extremos com coisas muito boas e outras que podiam ter ficado fora numa edição mais curta. Sim porque Doctor Sleep têm imensos minutos de duração saindo completamente fora do "standard" deste tipo de filmes.

Nele acompanhamos Dan Torrence agora em adulto há procura de refazer o sua vida. Ele é um iluminado, o tal com poderes especiais mas não esta sozinho porque existem mais como ele e até um grupo numeroso deles que perseguem esses ditos iluminados para os destruir da pior maneira possível. E quando uma rapariga pede ajuda a Dan, juntos vão entrar na guerra contra esse terrível grupo de pessoas.

De ritmo muito lento, Doctor Sleep têm nas personagens e nos atores um dos seus pontos fortes! Todos estão muito bem mas um dos destaques maiores é a da vilã de serviço, a Rebecca Ferguson que fez uma pausa nas excelentes sequelas da Missão Impossível para ser aqui a odiosa e poderosa Rose The Hat

Lento, lento mas muito tenso a criar um resultado final extremamente positivo sendo até mais fácil de ver e compreender que o seu antecessor. Excelentes ideias que traçam caminhos para futuros filmes ainda que incompreensivelmente este Doctor Sleep tenha sido um fracasso de bilheteira.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Klaus (2019)

Klaus (2019)

Há filmes que estão destinados ao sucesso e Klaus a primeira obra original de animação produzida pela Netflix é um desses filmes. Não houve melhor filme de Natal em 2019 que Klaus!

Dito isto, com Klaus temos aquele filme especial para voltar a ver e rever nos próximas épocas festivas dos próximos anos porque é um clássico instantâneo.

Esta animação de origem Espanhola trata-se de um jovem rico "o Jesper" que é estudante de academia postal da qual o seu pai é o proprietário. Jesper quer viver a vida de um jovem despreocupado e relaxado de chatices. No entanto o seu atento pai envia o seu filho para uma remota localidade para ele trabalhar como carteiro em Smeerensburg, uma ilha isolada e afastada, cheia de gente muito estranha.
Jesper que tem como missão entregar cartas aos moradores, mas depressa descobre que existe uma luta entre clãs na localidade e que os moradores não estão nada virados para o movimento social de partilha de cartas entre eles. Mas tudo pode mudar quando Jesper conhece um misterioso e afastado lenhador.

Com Klaus a Netflix reconta o conto de natal de maneira diferente mas com todos os elementos clássicos da época relembrando ou escrevendo a "lenga" que um verdadeiro ato de bondade sempre desperta outro.

Animação esta muito bem feita, o Jesper e ainda mais o lenhador Klaus são personagens top. Com um final maravilhoso e cheio de sentido não sei como posso elogiar mais este filme. É o melhor filme de animação do ano, e provavelmente o melhor filme que vi em 2019 e não é da Disney.

domingo, 9 de fevereiro de 2020

Jojo Rabbit (2019)


Jojo Rabbit é um filme com ideias muito interessantes satirizando um dos períodos mais negros da humanidade na segunda grande guerra. Este novo filme do realizador de Thor Ragnarok, é uma proposta com muito humor à ideologia nazi provocando no espectador um tipo de empatia contraria fazendo de tudo uma grande piada num tema tão serio como o da WWII.

Jojo é um rapaz "cego" pela ideologia nazi e até têm um amigo imaginário (o próprio Hitler). Este rapaz super-nacionalista vêm a descobrir que a sua própria mãe esconde no sótão um rapariga judia.

O filme é recriado à época com uma excelente fotografia e nos atores o jovem Roman Griffin Davis têm uma estreia em grande como Jojo. Taika Waititi que faz o amigo imaginário de Jojo, acrescenta ainda mais humor (às vezes exagerado) a todas às cenas em que participa e por fim Scarlett Johansson que faz de mãe de Jojo, têm aqui um dos seus melhores papeis secundários da sua carreira.

domingo, 2 de fevereiro de 2020

1917 (2019)


Sam Mendes é capaz do melhor e do pior como ficou provado com os últimos filmes do agente 007:  Skyfall e Spectre respetivamente.

É "pegando" no Skyfall e naquela maravilhosa cena do sniper em Shanghai que este 1917 teve parte da suas origens. Sam Mendes convidou Roger Deakins para um café e começou a partilhar às suas ideias... o meu avô contava-me umas historias da primeira guerra mundial e eu ando aqui com umas ideias para fazer umas brincadeiras com a câmera e preciso do teu trabalho na fotografia. Queres brincar ?

Deve ter sido quase assim pois por vezes 1917 parece uma experiência que acabou por resultar em cheio. Não sabemos ou pouco ficamos a saber das personagens principais, e é nos secundários que aparece um ou outro nome mais sonante mas com presenças de pouco minutos tudo fica entregue ao visual da obra.

domingo, 26 de janeiro de 2020

Joker (2019)

Joker (2019)

Provavelmente com Joker estamos perante o maior feito cinematográfico de 2019. Um filme com orçamento de 50 milhões que rendeu mais de 1 bilião na bilheteira mundial!! E mais impressionante ainda sendo classificado com Rated-R que em Portugal é para M14.

Joker consegui apanhar de um forma única o grande publico, aquele que paga os bilhetes e não aquele que escreve as reviews ou vai como convidado nas estreias. É claro que Joaquim Phoenix espanta como ator... mas mais pelos quilos perdidos que pelas pinturas ou outras caretas que faz. Interpretar um doente mental, alguém com uma deficiência fisica, ou alguma figura histórica é meio caminho andado para Oscar já o cinema era a preto e branco.

É desconfortável assistir a Joker e ao que vimos nele... a sociedade a criar o vilão e o espetador incomodado a tentar mentalmente arranjar justificação para os seus atos. Racional ou não, Joker falha na mensagem social que transmite acabando como um produto de momento... É só isso não sendo nem de perto "aquele filme" que conquistou este humilde blogue ;)

sábado, 14 de dezembro de 2019

6 Underground (2019)


Não é difícil de encontrar referencias da mais recente proposta da Netflix em argumentos de outros filmes! Um genial inventor que é também bilionário decide criar uma equipa de "fantasmas" para combater o mal pelo mundo e assim defender os oprimidos.

Michael Bay esta de regresso na realização deste filme com orçamento gigante de 150 milhões... "ainda estou para perceber como é que este formato de Streaming paga coisas destas". 
  
Um filme de duas horas que passa sempre em alta-velocidade porque efetivamente Bay filma tudo em alta rotação com muitos fps e com longas sequências de ação A cena inicial em Itália ocupa quase a primeira meia-hora de filme! Inacreditável!!

Num filme que pretende defender os inocentes, não percebo porque em algumas sequências são os próprios protagonistas em situações chamadas de danos colaterais a provocarem a morte em outros ditos inocentes. Depois parece-me que todo o filme é ação e mais ação e isto até pode agradar... mas é sempre uma ação editada de uma forma capaz de confundir os nossos sentidos.

Por entre as lembranças nem sempre boas de Bad Boys e Transformers... Six Undergound têm em Ryan Reynolds provavelmente a sua salvação para chegar a "status" de filme medíocre.

domingo, 8 de dezembro de 2019

Ford v Ferrari (2019)


Entrei na sala com expectativas de ver o melhor filme desporto motorizado com este Ford V Ferrari.

Com uma dupla de peso, Matt Damon e Christian Bale e dirigido pelo realizador em alta de Logan, este filme tinha vários motivos para ser visto no grande ecrã. O ambiente anos 60 e a fotografia, os atores com um Bale novamente com uns kilos a menos e o CGI das corridas impercetível de ver! 

Focado muito nas personagens no passado no presente e na família destas, cedo percebe-se que Ford V Ferrari não é um filme exclusivo de carros e de velocidade. Bale fica talvez com o herói do filme... o Ken Miles que ajudou a Ford a construir o carro que ganharia Le Mans à Ferrari em 1966.

sábado, 23 de novembro de 2019

Gemini Man (2019)

Gemini Man (2019)

Will Smith esta de regresso aos filmes de ação e desta vez luta contra si próprio neste Gemini Man. Sem grandes segredos até porque tudo é revelado nos trailers, em Gemini Man temos um assassino do governo, que acaba clonado por um clone seu mais novo.

A personagem digital esta bastante bem feita e as cenas de ação são bastante razoáveis. A historia ou a ideia de produzirem este filme até que têm os seus pontos de interesse mas no final percebe-se que faltou algo e que torna este Gemini Man num filme para esquecer e que teria o seu sucesso surgindo aqui há uma ou duas décadas atrás.

Ang Lee na realização capta excelentes planos das cenas, alias parece andar sempre a procura do melhor plano o que até causa alguma estranheza num filme de ação. No meu ponto de vista isso teria que ser uma coisa mais ao acaso e não tão vincada como aqui é feita. 

Claro que a cena de ação das motos na Colômbia é o melhor do filme, mas tudo o resto como os meios de produção e os atores não são aproveitados para tornar este Gemini Man obrigatório.

domingo, 10 de novembro de 2019

The King (2019)


Óptima surpresa esta com este filme dramático baseado em varias peças de William Shakespeare numa produção Netflix sobre o Rei Henry V.

"The King" agradou-me em vários aspectos... como a fantástica banda sonora, a fotografia, mas ainda mais pela extraordinária interpretação de Timotheé Chamalet como o príncipe tornado rei.  Com Chamalet e o seu aspecto franzino temos aquilo que raramente vimos neste tipo de filmes. Pois quem disse que todos os príncipes tinham que ser corpulentos ou hábeis com a espada ?

Com cenas de batalha onde os visuais e as coreografias são trocadas por algumas lutas inconvenientes e desajeitadas que tornam tudo bastante mais real e violento. Isto somado ao aspecto "pequeno" do rei e temos aqui algo que pode sem duvida influenciar produções futuras na sétima arte.

De ritmo lento, bons secundários como o Sean Harris e o Joel Edgerton que também escreve parte do argumento. Curioso como uma saltada pela Wikipédia depois do filme terminar e percebe-se que têm factos bastante diferentes da historia.

The King é sem sobra de duvidas um dos melhores filmes saídos da Netflix, e o Joaquin Phoenix do Joker não esta assim tão isolado no que diz respeito a melhor interpretação do ano.

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Terminator: Dark Fate (2019)


Não havia como faltar a estreia de mais um Exterminador Implacável nos cinemas, desta vez o sexto filme que segue os acontecimentos do segundo capitulo e ignora todos os posteriores filmes.

Uma das perguntas que levávamos dos trailers é logo respondida nos primeiros minutos da fita, e sem entrar em Spoilers é uma resposta que não pode agradar de forma alguma aos fãs dos primeiros dois filmes. A partir daqui tudo tinha que ser muito bom para eu voltar acreditar nesta saga... e neste filme.

O elenco é sem duvida o melhor deste Destino Sombrio, os regressos de Linha Hamilton e Schwarzenegger são bem vindos com este ultimo a ter "quiçá" o melhor desempenho após ter sido governador. Mas as novas caras da Natalie e especialmente da Mackenzie são o topo da obra. Dentro da historia deste novo filme tudo podia ter outro caminho sem qualquer participação do Arnold ou da Linda que tudo ficava bem entregue.... mas vamos por partes:

terça-feira, 1 de outubro de 2019

Rambo - Last Blood (2019)


Confesso que depois de ver os primeiros trailers de Rambo Last Blood, a ansiedade de ver um novo filme do Rambo tinha caído um pouco depois da "loucura" que foi o Rambo 4, e depois do anuncio deste há pouco mais de ano e meio atrás!

Sem exagerar, Rambo Last Blood depois da visualização no cinema acabou por superar todas às expectativas que tinha. E ainda bem!

O velho Stallone esta de volta melhor que nunca com um tipo de filme que "porra" não conseguimos ver mais hoje em dia com porrada da seria e sem truques visuais ou lutas demasiado coreografadas, isto é bater para derrubar logo! Last Blood é um filme de velha escola daqueles repetidos vezes sem conta nos meados dos anos 80 e 90 nos videoclubes mas aqui com um tipo de sensação nova que é trazida pela figura do mais amargurado e triste Rambo de sempre.

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