Muitas das vezes que comento um filme aqui no blogue refiro que sempre que saio da sala com o filme na cabeça é sempre um sinal de alguma satisfação e prazer que a sétima arte tão bem permite. Não foi exatamente isso que aconteceu com este Glass ao contrario do meu filme de eleição de M. Night Shyamalan, o Protegido e que inesperadamente foi o inicio de uma trilogia improvável do realizador indiano.
Avançando desde logo que existe o habitual "twist" de Shyamalan neste Glass, este funciona de uma forma amarga mas que fecha bem tanto este Glass como o Protegido ou o Fragmentado em 2016 que acabou por dar ideias ao Shyamalan para ligar as historias e conceber então a trilogia.




